terça-feira, 2 de abril de 2019

POSTURA PERFEITA


O Dr. Greg Lehman, do BKin, MSc, DC, MScPT, explora quando a biomecânica e a postura são importantes e quando não são., do BKin, MSc, DC, MScPT, explora quando a biomecânica e a postura são importantes e quando não são.

terça-feira, 19 de março de 2019

FORÇA DE PREENSÃO


A força de preensão é alcançada durante a terceira década de vida, e aos sessenta anos de idade ocorre um declínio de 16,5%. Todos os movimentos da mão podem ser divididos em dois grupos principais. 1. Movimento de preensão, nos quais o objeto é seguro e sustentado, total ou parcialmente dentro da mão. 2. Movimentos sem preensão, nos quais os objetos são manipulados mediante impulsão ou levantamento. 

Fonte: BANKOFF, Antônia Dalla Pria.. Morfologia e Cinesiologia Aplicada ao Movimento Humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

BREVE RESUMO DA AÇÃO MUSCULAR NAS ARTICULAÇÕES


AÇÃO MUSCULAR:
1.   CERVICAL, TÓRAX E QUADRIL:
Flexão do pescoço: Esternocleidomatóideo
Extensão do pescoço: Trapézio
Flexão do tronco: Reto abdominal
Extensão do tronco: Ílio costal torácico, longuíssimo torácico, espinhal torácico,
Rotação do tronco: Oblíquo externo e interno do abdome
Inclinação da pelve: Quadrado lombar
Flexão do quadril: Ílio- psoas
Extensão do quadril: Glúteo máximo
Abdução do quadril: Glúteo médio
Adução do quadril: Pectíneo, adutor curto, adutor longo, adutor magno e grácil
Rotação lateral do quadril: Piriforme, obturador externo, obturador interno, gêmeo superior, gêmeo inferior e quadrado lombar
Rotação medial do quadril: Glúteo mínimo
Flexão, abdução e rotação do quadril: Sartório
Abdução do quadril (a partir da posição fletida): Tensor da fáscia lata
2.   MEMBROS INFERIORES:
Flexão do joelho: Semimembranoso, semitendionoso e bíceps femoral
Extensão do joelho: Reto femoral, vasto medial, vasto lateral e vasto intermédio
Flexão plantar do tornozelo: Gastrocnêmio e solear
Dorsiflexão do tornozelo: Tibial anterior
Inversão do pé: Tibial posterior
Eversão do pé: Fibular longo e fibular curto
3.   MEMBROS SUPERIORES:
Abdução da escapula: Serrátil anterior
Adução da escapula: Trapézio fibras médias
Elevação da escápula: Elevador da escápula
Depressão da escápula e adução: Trapézio fibras inferiores
Flexão do ombro: Deltóide e coracobraquial
Extensão do ombro: Grande dorsal
Abdução do ombro: Deltoide fibras médias
Adução horizontal do ombro: Peitoral maior
Abdução horizontal do ombro: Deltoide fibras inferiores
Rotação lateral do ombro: Infra-espinhoso e redondo menor
Rotação medial do ombro: Subescapular
Flexão do cotovelo: Braquial, bíceps braquial
Extensão do cotovelo: Tríceps braquial
Supinação do antebraço: Bíceps braquial, supinador
Pronação do antebraço: Pronador redondo, pronador quadrado
Flexão do punho: Flexor radial do carpo, Flexor ulnar do carpo
Extensão do punho: Extensor radial curto do carpo, extensor radial longo do carpo, extensor ulnar do carpo

 Fonte: Daniels, Worthingham, Provas de Função Muscular 

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

LEIS DO MOVIMENTO

Isaac Newton formulou as três Leis do Movimento e a Lei Universal da Gravidade na obraPhilosophiae Naturalis Principia Mathematica:
1.       Um corpo em movimento se move em velocidade constante, a menos que sobre ele atue alguma força; um corpo em repouso assim permanece, a menos que sobre ele atue alguma força. (Lei da Inércia)
2.       A aceleração de um objeto é diretamente proporcional à força que atua sobre ele e inversamente proporcional à sua massa. F=m.a, isto é, a Força é equivalente à massa multiplicada pela aceleração.
3.       A toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário.

    A Lei da Gravidade proposta por Newton diz que a força gravitacional entre dois corpos é proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.
    Principia, publicado por Edmond Halley em 1687, foi um grande triunfo que marcou o ápice da carreira de Newton como cientista.

    sábado, 21 de janeiro de 2017

    BIOMECÂNICA E TECNOLOGIA


    Este vídeo mostra bem o uso prático do conhecimento biomecânico aliado a alta tecnologia para melhorar o desempenho durante a atividade esportiva. O estudo do movimento humano nos mínimos detalhes para alcançar a melhor performance.

    quinta-feira, 29 de setembro de 2016

    EQUILÍBRIO DA CABEÇA SOBRE A COLUNA CERVICAL

    A cabeça está em equilíbrio quando o olhar se faz na horizontal. Nesta posição o plano mastigatório fica horizontalizado e também o plano aurículo-nasal. A cabeça realiza uma alavanca inter-fixa. 

    - o fulcro (eixo) está situado ao nível dos côndilos occipitais
    - a resistência é realizada pelo peso da cabeça aplicado no seu centro de gravidade 
    - a potência é constituída pela força dos músculos da nuca que devem a todo momento contrabalançar o peso da cabeça que tende a pender para frente.

    Essa situação anterior do centro de gravidade da cabeça, explica a potencia relativa dos músculos posteriores da nuca em relação aos músculos flexores do pescoço. Os extensores lutam contra a gravidade e os flexores são auxiliados pela gravidade. Os músculos da nuca mantem uma tensão permanente para se opor a queda da cabeça pra frente, quando durante o sono em posição sentada, esse tônus diminui, a cabeça cai.

    Fonte: Kapandji. Fisiologia Articular. Tronco e Coluna Vertebral. Ed. Manole.

    sexta-feira, 16 de setembro de 2016

    O CÉREBRO

    O cérebro e os padrões de atividades constantemente modificados de seus bilhões de unidades interativas proporcionam a base física fundamental para o comportamento e a vivência.


    FONTE: HISTORY CHANNEL

    terça-feira, 21 de junho de 2016

    ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL

    O Spine Laboratório de Biomecânica do Texas  investiga os fatores de risco biomecânicos associados com doenças da coluna vertebral em um esforço para definir as opções de tratamento mais adequados e eficazes para os pacientes. É a tecnologia ajudando na análise cinesiológica dos pacientes, um excelente recurso para fisioterapeutas. 



    quarta-feira, 23 de março de 2016

    ÂNGULO DE INCLINAÇÃO DO QUADRIL

          O colo femoral é posicionado em um ângulo específico nos planos frontal e transverso de maneira que facilita a congruência dentro da fossa do acetábulo e ao mesmo tempo mantem o fêmur levemente afastado do corpo. Observo aqui o angulo no plano frontal:
          O ângulo de inclinação é o ângulo do colo femoral no plano frontal (aproximadamente 125 graus) em relação ao corpo do fêmur. O angulo tende a diminuir a medida que a pessoa cresce a assume a posição ortostática. 




           É o ângulo de inclinação do quadril que determina a efetividade dos abdutores do quadril, o comprimento do membro e as forças impostas sobre o quadril. Portanto quanto maior o angulo mais alongado fica o membro inferior reduzindo a efetividade dos abdutores e aumentando a carga sobre a cabeça do fêmur e diminuindo a carga sobre o colo do fêmur. 
    Quanto menor o angulo entre o colo e o corpo femoral o membro inferior tende a ficar mais encurtado, os abdutores ficam mais efetivos, a cabeça femoral recebe menos carga e o colo femoral recebe a mais carga. 


    terça-feira, 1 de março de 2016

    RITMO ESCÁPULO-UMERAL

         A escápula desempenha um papel importante no controle da posição da articulação do ombro (glenóide), pequenas modificações na ação do músculos tóraco-escapulares podem afetar o alinhamento e as forças que participam na articulação do ombro. 

         De acordo com os estudos sobre o movimento escapular, observa-se que a escápula move-se 1 grau por cada 2 graus de movimento do úmero. Ao completar a flexão do ombro, o movimento foi de 120 graus na articulação glenoumeral e 60 graus na articulação escapulo-torácica. 
          A compreensão, preservação e restauração dos movimentos exatos de determinados segmentos são a chave para o êxito dos tratamentos fisioterapêuticos. 



    Fonte: Shirley A. Sahrmann, Diagnóstico e tratamento das Síndromes de disfunção motora. Ed. Santos p. 202 

    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

    FORÇA MUSCULAR


    A força ou tensão gerada pelo músculo esquelético pode variar por meio de diversos mecanismos:



    1. Mais unidades motoras podem ser recrutadas. Uma unidade motora representa todas as fibras musculares inervadas pelo mesmo neurônio motor. A descarga de mais neurônios motores vai resultar na contração de maior número de unidades motoras e, portanto, na geração de mais tensão pelo músculo. 




    2. A frequência da estimulação de uma só fibra muscular pode aumentar a tensão desenvolvida por essa fibra. Esse processo chamado somação resulta na na elevação sustentada de Ca 2+ intracelular que é produzida pela estimulação com frequência elevada.





    3. A tensão gerada por um abalo isolado varia em função do comprimento do sarcômero. O grau de sobreposição dos filamentos finos e grossos varia conforme o comprimento do sarcômero, isso afeta o número de pontes cruzadas formadas e a tensão desenvolvida.

    terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

    VELOCIDADE DAS FIBRAS MUSCULARES


               Nem todas as fibras musculares são iguais. As fibras musculares possuem diferentes velocidades de encurtamento: fibras de contração lenta ou tipo I (110ms), e fibras de contração rápida, ou tipo II ( 50ms).
    É importante ressaltar que as fibras de contração rápida podem ser subclassificadas em Tipo II a e tipo II x.
    O conhecimento da composição e uso das fibras musculares sugere que os atletas que apresentam um elevado porcentual de fibras tipo I possam ter alguma vantagem em eventos de resistência prolongados, enquanto os atletas com predominância de fibras do tipo II seriam mais aptos a atividades de alta intensidade e de curta duração.
    Um exemplo prático disto, é que campeões mundiais de maratona possuem 93 e 99% de fibras do tipo I no músculo gastrocnêmio. E por outro lado, corredores velocistas tem apenas cerca de 25% de fibras tipo I no gastrocnêmio.

    terça-feira, 12 de janeiro de 2016

    ORGANIZAÇÃO DAS FIBRAS MUSCULARES

    O formato e arranjo das fibras musculares determina se o músculo é capaz de gerar grandes quantidades de força e se tem boa capacidade de encurtamento. A capacidade de encurtamento de um músculo envolve mudança de comprimento e velocidade. Existem dois tipos de arranjos das fibras: fusiformes e peniformes.




    O arranjo das fibras fusiformes é paralelo às fibras musculares, e os fascículos percorrem o comprimento do músculo. As fibras em um músculo fusiforme correm paralelamente à linha de tração do músculo, de modo que a força da fibra é na mesma direção da musculatura.
    Esse arranjo das fibras em forma de fuso, oferece o potencial para grandes quantidades de encurtamento e movimento de alta velocidade no corpo. Os músculos fusiformes são tipicamente mais compridos que os outros tipos de músculos e o comprimento da fibra muscular é maior que o comprimento do tendão. 
    Por essa relação entre comprimento da fibra e do tendão, o músculo fusiforme tem a capacidade maior para encurtar-se. Músculos como o reto abdominal que se inserem no osso por um tendão curto, podem mover-se por uma distância maior. O exemplo oposto, seria do músculo gastrocnêmio, que tem um tendão longo.
    Exemplos de músculos fusiformes no corpo são o sartório, o bíceps braquial e o braquial.




    As fibras peniformes correm diagonalmente até um tendão que atravessa o músculo. As fibras do músculo peniforme correm em um ângulo relativo com a linha de tração do músculo, de modo que a força da fibra é em uma direção diferente da força muscular. As fibras são mais curtas que o músculo, e a alteração no comprimento da fibra individual não é igual à alteração no comprimento muscular. Alguns exemplos de músculos peniformes:

    a) O músculo peitoral maior e trapézio são músculos penados largos e tem fibras que se inserem diretamente no osso. 
    b) Semimembranoso, gastrocnêmio e deltóide também são músculos peniformes.




    terça-feira, 5 de janeiro de 2016

    ARQUITETURA MUSCULAR



    Do ponto de vista arquitetônico, os músculos são sustentados por uma hierarquia de bainhas colagenosas ( endomísio, perimísio e epimísio) que circundam as fibras musculares individuais, fascículos e músculos inteiros, respectivamente. Os músculos são unidos em grupos funcionais por fáscia colagenosa. 
    Juntas, essas bainhas criam uma fonte estrutural semelhante a favo de mel que contribui para resistência de um músculo à tensão. Quando o músculo é estirado, altas forças de tração nessas estruturas colágenas contribuem para as altas forças que podem ser geradas durante contrações musculares excêntricas ( de alongamento).



    Sobre as forças musculares internas, é possível dizer que, as forças musculares exercem maior carregamento mecânico sobre o esqueleto do que o peso corporal. Durante a bipedestação relaxada, 50% da força compressiva atuando sobre a coluna lombar se origina da atividade antagônica dos músculos do dorso e abdome, e 50% vêm do peso corporal.

    Quando o tronco é flexionado para levantar pesos do solo, mais de 90% da força compressiva atuando sobre a coluna advém da tensão muscular. 



    Fonte: Stranding, Susan. Gray's Anatomia. Elsevier  p. 121