Este vídeo mostra bem o uso prático do conhecimento biomecânico aliado a alta tecnologia para melhorar o desempenho durante a atividade esportiva. O estudo do movimento humano nos mínimos detalhes para alcançar a melhor performance.
sábado, 21 de janeiro de 2017
BIOMECÂNICA E TECNOLOGIA
Este vídeo mostra bem o uso prático do conhecimento biomecânico aliado a alta tecnologia para melhorar o desempenho durante a atividade esportiva. O estudo do movimento humano nos mínimos detalhes para alcançar a melhor performance.
domingo, 2 de outubro de 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
EQUILÍBRIO DA CABEÇA SOBRE A COLUNA CERVICAL
A cabeça está em equilíbrio quando o olhar se faz na horizontal. Nesta posição o plano mastigatório fica horizontalizado e também o plano aurículo-nasal. A cabeça realiza uma alavanca inter-fixa.
- o fulcro (eixo) está situado ao nível dos côndilos occipitais
- a resistência é realizada pelo peso da cabeça aplicado no seu centro de gravidade
- a potência é constituída pela força dos músculos da nuca que devem a todo momento contrabalançar o peso da cabeça que tende a pender para frente.
Essa situação anterior do centro de gravidade da cabeça, explica a potencia relativa dos músculos posteriores da nuca em relação aos músculos flexores do pescoço. Os extensores lutam contra a gravidade e os flexores são auxiliados pela gravidade. Os músculos da nuca mantem uma tensão permanente para se opor a queda da cabeça pra frente, quando durante o sono em posição sentada, esse tônus diminui, a cabeça cai.
Fonte: Kapandji. Fisiologia Articular. Tronco e Coluna Vertebral. Ed. Manole.
- o fulcro (eixo) está situado ao nível dos côndilos occipitais
- a resistência é realizada pelo peso da cabeça aplicado no seu centro de gravidade
- a potência é constituída pela força dos músculos da nuca que devem a todo momento contrabalançar o peso da cabeça que tende a pender para frente.
Essa situação anterior do centro de gravidade da cabeça, explica a potencia relativa dos músculos posteriores da nuca em relação aos músculos flexores do pescoço. Os extensores lutam contra a gravidade e os flexores são auxiliados pela gravidade. Os músculos da nuca mantem uma tensão permanente para se opor a queda da cabeça pra frente, quando durante o sono em posição sentada, esse tônus diminui, a cabeça cai.
Fonte: Kapandji. Fisiologia Articular. Tronco e Coluna Vertebral. Ed. Manole.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
O CÉREBRO
O cérebro e os padrões de atividades constantemente modificados de seus bilhões de unidades interativas proporcionam a base física fundamental para o comportamento e a vivência.
FONTE: HISTORY CHANNEL
terça-feira, 21 de junho de 2016
ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL
O Spine Laboratório de Biomecânica do Texas investiga os fatores de risco biomecânicos associados com doenças da coluna vertebral em um esforço para definir as opções de tratamento mais adequados e eficazes para os pacientes. É a tecnologia ajudando na análise cinesiológica dos pacientes, um excelente recurso para fisioterapeutas.
quarta-feira, 23 de março de 2016
ÂNGULO DE INCLINAÇÃO DO QUADRIL
O colo femoral é posicionado em um ângulo específico nos planos frontal e transverso de maneira que facilita a congruência dentro da fossa do acetábulo e ao mesmo tempo mantem o fêmur levemente afastado do corpo. Observo aqui o angulo no plano frontal:
O ângulo de inclinação é o ângulo do colo femoral no plano frontal (aproximadamente 125 graus) em relação ao corpo do fêmur. O angulo tende a diminuir a medida que a pessoa cresce a assume a posição ortostática.
É o ângulo de inclinação do quadril que determina a efetividade dos abdutores do quadril, o comprimento do membro e as forças impostas sobre o quadril. Portanto quanto maior o angulo mais alongado fica o membro inferior reduzindo a efetividade dos abdutores e aumentando a carga sobre a cabeça do fêmur e diminuindo a carga sobre o colo do fêmur.
Quanto menor o angulo entre o colo e o corpo femoral o membro inferior tende a ficar mais encurtado, os abdutores ficam mais efetivos, a cabeça femoral recebe menos carga e o colo femoral recebe a mais carga.
O ângulo de inclinação é o ângulo do colo femoral no plano frontal (aproximadamente 125 graus) em relação ao corpo do fêmur. O angulo tende a diminuir a medida que a pessoa cresce a assume a posição ortostática.
É o ângulo de inclinação do quadril que determina a efetividade dos abdutores do quadril, o comprimento do membro e as forças impostas sobre o quadril. Portanto quanto maior o angulo mais alongado fica o membro inferior reduzindo a efetividade dos abdutores e aumentando a carga sobre a cabeça do fêmur e diminuindo a carga sobre o colo do fêmur.
Quanto menor o angulo entre o colo e o corpo femoral o membro inferior tende a ficar mais encurtado, os abdutores ficam mais efetivos, a cabeça femoral recebe menos carga e o colo femoral recebe a mais carga.
terça-feira, 1 de março de 2016
RITMO ESCÁPULO-UMERAL
A escápula desempenha um papel importante no controle da posição da articulação do ombro (glenóide), pequenas modificações na ação do músculos tóraco-escapulares podem afetar o alinhamento e as forças que participam na articulação do ombro.
De acordo com os estudos sobre o movimento escapular, observa-se que a escápula move-se 1 grau por cada 2 graus de movimento do úmero. Ao completar a flexão do ombro, o movimento foi de 120 graus na articulação glenoumeral e 60 graus na articulação escapulo-torácica.
A compreensão, preservação e restauração dos movimentos exatos de determinados segmentos são a chave para o êxito dos tratamentos fisioterapêuticos.
Fonte: Shirley A. Sahrmann, Diagnóstico e tratamento das Síndromes de disfunção motora. Ed. Santos p. 202
De acordo com os estudos sobre o movimento escapular, observa-se que a escápula move-se 1 grau por cada 2 graus de movimento do úmero. Ao completar a flexão do ombro, o movimento foi de 120 graus na articulação glenoumeral e 60 graus na articulação escapulo-torácica.
A compreensão, preservação e restauração dos movimentos exatos de determinados segmentos são a chave para o êxito dos tratamentos fisioterapêuticos.
Fonte: Shirley A. Sahrmann, Diagnóstico e tratamento das Síndromes de disfunção motora. Ed. Santos p. 202
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