Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCWZtJoFf-INn0A3j07a4MsA
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
TORQUE
Torque é o produto da força que você faz para girar um eixo. (dito de forma resumida)
Mas... o que o torque tem a ver com a fisioterapia?
O conceito de torque é presente no cotidiano quando, por
exemplo: usamos uma chave de boca para afrouxar a porca de um parafuso.
Aplicando uma força à chave produz-se uma rotação que permite a porca afrouxar.
É possível maximizar ou minimizar o torque, dependendo do
local aonde fazemos a força, segurando mais na extremidade da chave. Segurar a
chave no ponto médio diminui o torque além de ser necessário o dobro da força
para mover o parafuso.
O conceito de torque ajuda na adaptação de exercícios para
os pacientes durante a fase de reabilitação dos músculos. Por exemplo, quando
aplicamos uma força mais na extremidade do membro tratado ou aplicamos a mesma
força mais próxima a articulação tratada.
Tais conceitos ajudam na prescrição do movimento que o paciente precisa, possibilitando uma gradação no exercício terapêutico aplicado pelo fisioterapeuta.
domingo, 23 de agosto de 2015
QUAIS SÃO OS MÚSCULOS QUE TRABALHAM?
Segue um brevíssimo resumo sobre a ação de alguns músculos
durante algumas das atividades físicas mais frequentes e popularmente
difundidas ao longo do tempo. Qualquer atleta amador deve ter uma noção mínima
sobre qual músculo está mais atuante durante a prática esportiva. Por exemplo:
Em uma caminhada, quais são os músculos determinantes para
um bom rendimento?
De modo geral, podemos dizer que dependemos essencialmente
da força contrátil dos músculos flexores da coxa na fase que a perna oscila: Reto-femoral,
Íliopsoas e Tensor da fáscia-lata.
Quando o pé está apoiado precisamos da força dos extensores
do quadril ( músculo glúteo máximo, e dos extensores do joelho (quadríceps)
além dos flexores plantares do pé (tríceps sural).
Tais músculos são também determinantes para a corrida, porém
com uma exigência maior de força e aceleração.
Em atividades como a natação, se analisando o estilo livre
(crawl) é possível observar a ação dos braços na fase de tração - os flexores dos
braços e flexores da mão: bíceps braquial, músculo braquial, bráquio-radial,
pronador redondo e extensor radial longo do carpo.
Na fase de propulsão, ou seja, quando o nadador eleva o
braço a ação dos extensores é predominante. Na fase de recuperação predomina a
ação do deltoide.
O crawl ainda exige a ação dos membros inferiores em
movimentos de batida de perna para baixo: flexores do quadril; e a batida pra
cima em que os extensores do quadril entram em ação.
É importante compreender que tais noções constituem um instrumento para todos os interessados no estudo do movimento humano nas mais diversas atividades, sejam atividades físicas ou atividades "simples" do cotidiano.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
COMBUSTÍVEL PARA O EXERCÍCIO
"Atingir o limite" é uma expressão comum entre maratonistas, e mais da metade de todos os maratonistas amadores reportam terem "atingido o limite" durante a prova, independente do rigos do treinamento. Esse fenômeno geralmente ocorre em torno dos 32 a 35 km. O ritmo do corredor diminui consideravelmente, e as pernas ficam pesadas, sente-se formigamento e dormência nas pernas e nos braços, e o raciocínio se torna difícil e confuso. "Atingir o limite" é basicamente ficar sem energia disponível.
A fonte primária de combustível para o corredor durante o exercício prolongado são carboidrato e gorduras. As gorduras podem parecer a primeira escolha lógica de combustível em eventos de resistência - elas são elaboradas idealmente para serem densas em energia, e seus estoques são praticamente ilimitados. Infelizmente, o metabolismo de gorduras necessita de abastecimento constante de oxigênio, e a transmissão de energia nesse caso é mais lenta do que a proporcionada pelo metabolismo de carboidratos.
Muitos corredores conseguem estocar de 2000 a 2200 calorias de glicogênio no fígado e nos músculos, o que é suficiente para fornecer energia para aproximadamente 32 km de corrida em ritmo moderado. Assim, uma vez que o corpo é muito menos eficiente na conversão de gordura em energia, o ritmo da corrida nesse caso diminui, e o corredor sente fadiga. Além disso, os carboidratos são fonte única de combustível para a função cerebral. A fisiologia, não por coincidência, determina a razão pela qual tantos maratonistas atingem o limite em torno da marca dos 32 km.
Fonte: KENNEY, 2013 Fisiologia do Esporte e do exercício
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
ATP: FONTE DE ENERGIA
ATP: Fonte de energia para o organismo
Energia que retirada dos alimentos fica armazenada nas células como um composto de ALTA ENERGIA.
Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCWZtJoFf-INn0A3j07a4MsA
Energia que retirada dos alimentos fica armazenada nas células como um composto de ALTA ENERGIA.
Fonte: https://www.youtube.com/channel/UCWZtJoFf-INn0A3j07a4MsA
quarta-feira, 22 de julho de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
ANATOMIA 1: MÚSCULOS DOS MEMBROS INFERIORES (JOELHO)
QUADRÍCEPS
ÍSQUIO-TIBIAIS
Fonte: Anatomie 3d Lyon
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